A diversificação dos serviços
ligados às festas de casamento é, ao mesmo tempo, causa e consequência do
crescimento do setor. Da escolha do cerimonialista - profissional que vai
ajudar a noiva a organizar o evento - ao vestido branco, delicadamente bordado
com cristais e rendas, há uma infinidade de serviços à disposição no mercado,
que não para de crescer. No Brasil, até dezembro do ano passado, o “segmento do
eu aceito” movimentou cerca de R$ 16 bilhões, segundo dados da Associação dos
Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (Abrafesta), de São
Paulo. Um incremento de 8% em relação a 2012.
O volume de negócios está
diretamente ligado ao número de casais apaixonados. Mais de um milhão subiram
ao altar em 2012, de acordo com as Estatísticas do Registro Civil do IBGE.
Segundo o levantamento do Instituto Data Popular e da Abrafesta, as regiões Sul
e Sudeste registram as maiores taxas de casamentos formalizados, enquanto na
região Norte a união consensual corresponde a 53% dos casais que moram juntos.
Ainda segundo a pesquisa do
Instituto Data Popular, existem atualmente no país mais de 8.300 empresas que
atuam na área oferecendo serviços como organização de eventos, bufê e filmagem
de festas. De acordo com o levantamento, o setor tem mais de 45 mil
funcionários diretos formais, que recebem uma massa salarial de quase R$ 47
milhões mensais.
Na região da Grande Florianópolis
os números também aquecem a indústria de casamentos. Segundo pesquisa realizada
pelo Portal ClicNoivos, em 2001 eram realizados 72 casamentos por mês. Em 2013
foram 426 por mês, sendo que destes, 21 ao mês eram internacionais. O curioso é
que destes 60% tinham vínculo com a região (familiares morando) e 40% sem
vínculo, ou seja, escolheram a Grande Florianópolis para celebrar sua união,
contribuindo para o crescimento da economia, que encerro o ano de 2013 com as
cifras de movimentação econômica na Grande Florianópolis em 49 milhões.

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